Archive for abril 9th, 2009

Lembre-se

Vai viajar, curtir o feriadão fora da cidade, então lembre-se…

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Sarandi na web

  • Mais uma postagem pro pessoal da prefeitura distribuir nos postos de saúde;
  • Câmara aprova abono para no mínimo dos servidores e o primeiro REFIS do governo Martini;
  • Manifesto por causa das condições da saúde é destaque na imprensa local;
  • RG também acompanhou a manifestação;
  • Secretário de saúde vai participar de programa de rádio neste sábado;
  • As manchetes.
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Quem vai pagar a conta?

Um ônibus da TCCV (Transporte Coletivo Cidade Verde), uma das empresas que exploram o serviço de transporte público urbano sem licitação – e que deita e rola debaixo das barbas dos nossos vereadores e do nosso prefeito – causou um incidente que poderia ter sido grave na tarde da última terça-feira(07).
Segundo os moradores do Conjunto Vale Azul, é fácil observar que os motoristas da empresa trafegam numa velocidade incompatível com as condições das estreitas ruas sem paviementação do bairro, porém desta vez, essa combinação teria feito com que um ônibus arremassasse uma pedra de cascalho da via em um veículo que estava estacionado na garagem de uma casas na avenida Gralha Azul do Conjunto Vale Azul II. Uma adolescente que brincava no quintal teria desviado do objeto para que não fosse ferida na cabeça. A pedra atingiu o veículo que teve um dos vidros estilhaçados.
O motorista continuou seu trajeto, como se nada tivesse acontecido. Ao constatar o prejuízo, a esposa ligou para o celular do marido – dono da casa – que se encontrava no Jardim Castelo. Na tentativa de encontrar o motorista do ônibus, ele acabou sofrendo um acidente de moto ao passar sobre linha do trêm. Ferido sem gravidade, ele foi socorrido por amigos e, a caminho do pronto socorro, encontrou e abordou o motorista do ônibus na avenida Londrina, próximo ao banco Bradesco.
Mesmo a revelia do motorista, ele acionou a polícia e registrou um boletim de ocorrência. Em seguida ele foi encaminhado ao pronto socorro, onde foi atendindo.
Agora, machucado e no prejuízo, o cidadão terá que perigrinar nos corredores da prefeitura e nos escritórios da empresa para ser indenizado, certamente isso se tornará um grande jogo de empurra.
Mais uma vez por causa das péssimas condições das ruas e avenidas da cidade, aliadas a imprudência e ao abuso de uma empresa que sequer tem autorização legal para explorar este serviço, um cidadão ganha de presente um dano material e, por sorte, não perde um ente da família.
Diante disso ficam as perguntas; quem vai pagar a conta por tanta coisa errada? Quem vai se responsabilizar por isso? Até quando teremos que assistir as coisas sendo feitas da forma mais difícil? Até quando seremos reféns desta situação que só se agrava de uma gestão para outra?
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