Mesmo sabendo que o que vou escrever pode ser objeto muitas críticas e de incompreensão, vou arriscar. Listo abaixo três setores que, na opinião deste blogueiro, merecem uma atenção emergencial por parte do novo governo, pois senão a coisa pode ‘desandar ainda mais’.
A ideia é desencadear um debate que não necessariamente aponte um culpado em específico, mas sim, que sirva de reflexão sobre a realidade de Sarandi e de possíveis caminhos a seguir.
Saúde
Da minha janela, penso que a situação mais crítica do município é a da saúde pública. Defendo este ponto de vista desde o período eleitoral e, de lá pra cá, a coisa parece ter piorado.
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As filas de espera por consulta especializada aumentaram;
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Depois de muito tempo, começou a faltar remédios nos postos de saúde;
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Falta exames laboratoriais na rede municipal;
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O novo governo ainda não conseguiu firmar ninguém à frente do pronto socorro;
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O serviço de ambulâncias está cada vez mais precário, mesmo com veículos quase novos no pátio e, por fim;
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Parece haver uma certa ingerência na área de recursos humanos da secretaria, tema que abordarei em outra postagem.
Administração
A secretaria de Administração pode ser heroína ou vilão de uma gestão pública, aqui na terrinha, parece que a coisa está indo para a segunda opção.
Licitações tardias, pouca experiência e, em alguns casos, a total falta de conhecimento de alguns processos estão prejudicando muito o começo do governo Martini. Até agora, a única coisa que está sendo bem ágil neste setor é a liberação de viagens para o prefeito.
Por conta disso, o segundo pior setor deste início de gestão vai para este setor.
Prefeito
A terceira pior coisa do governo é a atuação pessoal do prefeito. Apagado e sem brio, Martini está deixando o terreno aberto para que seus adversários mais ferrenhos cresçam. Acredito que Spada está rindo à toa com as constantes viagens do prefeito e a total falta de foco dos pepistas na hora de criticar a gestão petista.
Além disso, parece que Martini está com muita dificuldade para suportar a pressão de “aliados” que estão sedentos por cargos.
Se Martini não mudar de postura, seu governo pode virar cinza bem antes do que a oposição imaginava.