Archive for fevereiro 25th, 2009

Fiscalizar não custa I

O pessoal da secretaria de Administração, em especial da comissão de licitação e do departamento de Recursos Humanos deveriam fazer uma verificação nas cestas básicas entregues aos servidores em fevereiro.
Há relatos de que os produtos não foram distribuídos de forma uniforme em todas as unidades, ou seja, alguns itens estavam faltando em algumas cestas e em outras não.
Se esta suspeita for confirmada, revelará uma clara violação do edital de licitação e, em tese, a empresa que fornece o produto deve ser notificada ou até punida.
Como onde há fumaça pode haver fogo, seria no mínimo prudente averiguar o caso, do contrário, a coisa pode ficar suspeita.
Share

Fiscalizar não custa II

Por precaução, sugiro aos vereadores – principalmente a aqueles que não estão com vontade de fazer parte da turminha do ‘amém sarandiense’ – que solicitem informações sobre a obra que está em andamento no Centro de Educação Infantil Corrente do Amor situado no Jardim Bela Vista I. Agente “nunca” sabe quando as coisas estão certinhas, não é mesmo?
Share

E a prometida "bomba"…

Até agora a prometida “bomba” que o governo Martini teria contra o governo Spada não passou de falácia. Será que Martini está “segurando” informações neste momento para fazer fumaça quando quiser aprovar algo impopular na câmara? Isto só o tempo poderá dizer.
O negócio é aguardar a tal “bomba”, pois cá entre nós, a história de Bifon sair detonando a gestão Spada não dá nem para considerar que seja um traque, pois no fim das contas, com todo respeito ao primeiro prefeito da cidade, isso parece muito mais uma vingança de Bifon contra Spada do que qualquer outra coisa. Ou vão querer provar que agora Bifon é o maior defensor da moral e dos bons costumes na cidade?
Share

O caso bolsa família

O episódio da suspensão de parte dos recursos do bolsa família ainda causa confusão na cidade, mas a situação é relativamente simples.
O Governo Federal envia recursos do programa para o município por meio de duas frentes. A primeira é o repasse feito direto às famílias. Em Sarandi, este valor é de aproximadamente R$ 200 mil por mês. Este recurso não foi afetado, ao menos não por enquanto.
A segunda frente de repasse é o dinheiro que o governo manda para a prefeitura com o objetivo de ajudar nas despesas operacionais do programa. Com este dinheiro, a secretaria de Assistência Social paga boa parte das despesas do Cadastro Único, que é o setor que operacionaliza o programa na cidade. É este recurso que está temporariamente suspenso. Deste modo, as famílias não serão afetadas neste primeiro momento, entretanto, é bom deixar claro que isso pode mudar se a situação não for regularizada no prazo determinado.
Mas o que de fato aconteceu para que o recurso fosse suspenso? Algumas pistas podem nos ajudar a descobrir.
O gerente – digamos assim – do programa no município é a secretaria de Assistência Social, porém, ela tem pelo menos duas parceiras fundamentais para que tudo funcione. A primeira é a secretaria de Educação, que é responsável pelo controle da frequência escolar das crianças que participam do programa. A segunda é a secretaria de Saúde, que deve coletar dados sobre a saúde dos atendidos periodicamente.
Certamente uma das três secretarias é responsável direta por este problema, pois em algum momento uma delas não fez o “dever de casa”. Além disso, vale lembrar que no fim do governo Spada, a secretaria de Assistência Social sofreu alterações, pois a secretária foi substituída e toda mudança gera alguns “contratempos”, digamos assim.
Seja por incompetência, seja por negligência, esta é uma situação lamentável, pois nenhum agente público tem o direito de errar desta maneira. O que se espera de nossos governantes – em todos os nívieis – é que tenham pelo menos a dignidade de manter aquilo que já foi conquistado e não ao contrário. Isso deve estar acima das questões políticas e eleitorais, mas infelizmente isso parece não ter acontecido neste caso.
Share