É possível confiar em pesquisas eleitorais em Sarandi?
Sim. São todas honestas e não tem manipulação – (14%)
Não, pois só os “mandraques” mandam publicá-las – (66%)
Sei lá, todas acabam em pizza – (0%)
Eu só confio naquela que eu faço – (20%)
É possível confiar em pesquisas eleitorais em Sarandi?
Sim. São todas honestas e não tem manipulação – (14%)
Não, pois só os “mandraques” mandam publicá-las – (66%)
Sei lá, todas acabam em pizza – (0%)
Eu só confio naquela que eu faço – (20%)
A quarta-feira inicia com a pergunta mais inquietante do ano. Político com “ficha suja”, porém, não condenado em última instância, pode ou não ser candidato?
É bem provável que a resposta seja revelada hoje e, apesar da imensa pressão do Ministério Público Federal e da Associção dos Magistrados do Brasil (AMB) entre outras entidades, a resposta do STF deve ser “SIM”.
Tudo por que a Constituição Federal garante o direito de ampla defesa e enquanto o réu não for condenado em última instância, ele pode ser candidato. Ao menos esta é a expectativa do pessoal entendido no assunto.
Obviamente que quem tem problema na justiça deveria ser impedido de se candidatar, porém, garantir os direitos constitucionais são fundamentais para o fortalecimento de nossa democracia. Penso que o problema central é a demora excessiva do nosso judiciário, que leva anos para finalizar um processo. É esse um dos fatores mais importantes que propicia a impunidade, pois, na maioria das vezes, os réus condenados já não tem mais mandatos para perder ou a pena acaba sendo prescrita pela demora na decisão.
Se os processos fossem julgados em um tempo aceitável, esta discussão sequer estaria acontecendo e os eleitores estariam protegidos contra a ação de corruptos que encontram na política eleitoral um campo fértil para a malandragem.
Sarandi que o diga…