Hoje foi a vez dos candidatos a prefeito no horário eleitoral. Tive a oportunidade de ouví-los somente, sendo assim, vou limitar meus comentários ao programa de rádio.
O candidato da situação abriu a porteira, digamos assim. Vitorino dedicou seu tempo para se apresentar ao eleitor. Um narrador contou a história de vida e política do petista. No fim, o próprio candidato falou ao sarandiense, lembrou da família e de seu candidato a vice. Não toclou em propostas, porém, fez bem o que se propôs e, na minha avalição, passou no primeiro teste.
O segundo ao dar o ar da graça foi Codonho. Com o menor tempo entre os quatros, teve dificuldade pois sua mensagem ficou um tanto truncada. O texto parece ter sido mal elaborado, porém o que mais pesou negativamente foi a voz, definitivamente Codonho terá que melhor seu desempenho para atrair votos. Na minha avaliação ele não foi bem.
Estrelando Noel Guima, o horário eleitoral de Martini começou tudo. O candidato sequer apresentou sua esposa, que por sinal tem forte influência na campanha, mas fez questão de falar do arco de aliança que o apoia e apesar de destacar todos os partidos que lhe deu o maior tempo no horário, em nenhum momento Martini não falou de seu vice. A exemplo do programa do PT, o PP parece ter um programa bem produzido, porém com uma enorme vantagem, pois tem mais tempo e aproveitou isso para divulgar bastante o jingle da campanha.
Fechando o horário, o agora tucano Volpato também fez o básico e até se saiu bem, porém tem muito a melhor. Ao contar sua história pessoal em uma entrevista, o candidato narrou parte da história e da política da cidade, isso me pareceu muito positivo pra ele. Como em anos anteriores, ele terá que trabalhar melhor seu timbre de voz, pois até o Dr. batista é melhor que ele neste quesito. Outro detalhe foi que seu vice também não foi valorizado na produção.
Avalio como positiva a estréia de Volpato, mas faço um destaque. A jingle de campanha dele é muito ruim. Músicas de campanha tem que ser profissional, tem que ter uma toada boa e uma letra fácil de ouvir e de cantar, o que n”ao parece ser o caso da apresentada. Se não repensá-la, o candidato pode se afundar no esteriótipo negativo que o persegue desde sua primeira candidatura.