A cena é inusitada. O pai é surpreendido pela filha que, aos prantos, se queixa com ele sobre o fato do namorado ter a classificado como “maria gasolina”. O “pai” todo “zeloso” e “preocupado” questiana a filha se ele (o namorado) disse que tipo de gasolina era, se comum ou aditivada. A garota sai aborrecida e se revela o dono do comercial. A rede de postos de combustível Ipiranga.
Pode até ser considerado “engraçado”, mas no fundo, reforçar esse esteriótipo é no mínimo de péssimo gosto, ainda mais na semana que antecede o 8 de março, dia internacional da mulher.
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Oi!
Concordo com vc, mas algumas pessoas (na maioria) acham que isso não está ofendendo em nada… Pobres cabecinhas, são tão “vazias”!!!
Marcia