Até a eleição fica pronto

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Muito boa

Os caras da charges.com.br se superam!!!

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Pobre Sarandi

O mesmo governo que vai gastar 25% do orçamento em educação em 2011, valor mínimo previsto na constituição, defende de unhas e dentes que a guarda municipal seja armada, sabe Deus em que condições. É mais um típico caso de governo que joga para a torcida. A galera na arquibancada vibra com a pirotecnia, esquecendo-se que o futuro, se plantado sem bases estruturais fortes, não tem nada de promissor, muito menos seguro.

Da minha janela, penso que seria mais interessante criarmos uma geração “Eduardo e Mônica” mas, quem manda, prefere gestar uma geração “João de Santo Cristo“. E a “Geração Coca-Cola” aplaude tudo enquanto se deleita com as migalhas do poder.

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Livro polêmico é sucesso de vendas

Minha primeira impressão é que esta publicação é um verdadeiro manual de corrupção patrocinado pelos tucanos, os mesmos que hoje jogam pedra na banda podre do PT que, por sinal, parece fazer coisas parecidas.

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Da série: o eterno drama

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Deputado fala sobre a polêmica na ALEP

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Gozação F.C.

Enquanto isso no Rio de Janeiro…

Nada como uma segunda-feira pós término do brasileirão para tirar aquele sarro dos vizinhos vascaínos!!!

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Palhaçada

Eu tenho absoluta certeza que a classe política sarandiense acredita piamente que o povo é palhaço. Como pode o prefeito se dizer favorável a redução dos generosos vencimentos que vereadores, vice e o prefeito receberão a partir de 2013 se ele próprio sancionou a lei que concede o aumento dois dias antes???

Confesso que para evitar comentários ácidos ando evitando postagens neste espaço, mas tem horas que é impossível ficar calado.

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Impressões

Com frequência os blogs da cidade postam fotos de acontecimentos políticos que, antes de mais nada, parecem com atos que antecedem a formação de uma quadrilha!!!

Mas isso é apenas uma impressão, já que em Sarandi todos os político$$$$ – inclusive aqueles que não tem mandato em vigor – ganham muito bem.

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Todos eles merecem sua atenção em outubro de 2012

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Pérola “Psizybulskiana”

O presidente do legislativo sarandiense é mesmo um “jênio” e será figurinha clássica no folclóre político da cidade. Depois de aprovar um generoso aumento para os vencimentos dos edis da próxima legislatura e de ver a “Casa do Povo” alvejada por 15 tiros de pistola 9mm, ele soltou a pérola ao comentar o atentado;

NOSSO AUMENTO NÃO FOI TÃO GRANDE ASSIM. Isso é coisa de vândalos, não é um ato de pessoas que realmente se importam com política”

Rafael Psizybulski (PP)

Presidente da Câmara de Sarandi

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Manchete esportiva da próxima semana

“Corinthians vence campeonato carioca e se torna campeão brasileiro”

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O eterno drama corinthiano

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O jornalismo, a corrupção e o PT

Por Edmilson Lopes Júnior – professor de sociologia na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)

Fonte: Terra Magazine

Uma narrativa recorrente em certos ambientes, e reproduzida à exaustão em não poucos veículos de comunicação, aponta a ascensão do Partido dos Trabalhadores a cargos de mando no país como o ponto inicial da corrupção no país. Tudo se passa como se tivéssemos vivido, até 2002, em uma ilha de administradores probos e políticos campeões da moralidade pública.

O estabelecimento de uma relação direta entre a ascensão do PT a postos de governos e a entronização da corrupção como pauta primeira da preocupação nacional é mais do que uma embromação histórica. E é também algo mais do que mera luta política, como apreendem, equivocadamente, os petistas. No curto prazo, é a única forma de garantir visibilidade pública para quem já não tem como garanti-la através da elaboração de alternativas políticas e econômicas para o país. Mas, e aí tocamos no que é fundamental: o apelo moralista contra a corrupção supostamente desencadeada pelo petismo (antes, por suposto, essa era uma prática inexistente no país) é a trilha mais fácil a ser seguida por setores jornalísticos que perderam a condição de mediadores culturais privilegiados no país.

O jornal Folha de São Paulo é a melhor expressão dessa derrocada cultural da imprensa brasileira. Antes, ponto de apoio para um jornalismo que expressava uma reflexão criativa e criativa da vida política nacional, o jornal paulista foi se deixando encurralar nesse triste e patético lugar social de um jornalismo que, sob a decoração modernosa, não se diferencia muito das “críticas” moralistas proferidas em programas popularescos de TV. Não fossem as referências esparsas a um ou outro pensador legitimado no mundo acadêmico, que distância existiria entre alguns dos textos produzidos pelos colunistas do jornal e os discursos do Pastor Malafaia?

Ora, não é o petismo o responsável pela sua ascensão da corrupção ao topo da pauta do jornalismo pátrio. Uma de suas causas está na própria configuração atual da atividade política. Dado que a midiatização da atividade é a via quase única para o resgate de alguma legitimidade, os políticos se tornaram prisioneiros da “imprensa”. Tanto é assim que não poucos dentre eles atuam e se pensam como celebridades. Que todos os principais legislativos tenham criado as suas próprias emissoras de rádio e tv, essa outra expressão da irresistível força da visibilidade midiática sobre a atividade política.

Paradoxalmente, maior visibilidade e pouca diferenciação no que diz respeito a propostas substantivas contribuíram para que a busca da distinção tivesse como referentes quase exclusivos a moral e a estética. Some-se a isso o cansaço geral para com as tarefas necessárias para o fermento da esfera pública e o que emerge? Uma forma de se “fazer política” (e jornalismo diário) que tem na denúncia do governo de plantão a sua única razão de ser.

Se um ator com veleidades de patrocinador de reformas sociais e econômicas ocupa um posto de governo, aí então estão dadas as condições para o cerco moralista ao “poder”. Não há muita novidade nisso, é bom que se frise. Repete-se no Brasil nestes últimos anos, com todas as tinturas de mais uma farsa tropical, o que ocorreu na Espanha na segunda metade da década de 1980. Quando da primeira ascensão do PSOE ao governo. Naquele tempo, determinado jornal espanhol conseguiu pespegar no partido do então Primeiro-Ministro Felipe Gonzalez a marca da corrupção. Com isso, pavimentou o caminho para a ascensão do direitista PP. Lá, como cá, a direita encontrou no moralismo a forma de aparecer na vida política. Que setores supostamente críticos tenham incorporado essa pauta nestas plagas, eis aí uma confirmação da assertiva definitiva de Lévi-Strauss: “os trópicos são menos exóticos do que démodés”.

Exemplar do que apontei mais acima é uma coluna de autoria do jornalista Fernando Barros e Silva, publicada no sábado passado no jornal Folha de São Paulo. Encimada pelo título “Toninho do PT, 10 anos depois”, a coluna consegue ser surpreendente, mas não exatamente pela argúcia analítica. Poucas vezes se leu em um grande jornal algo tão irresponsável e leviano. Tendo o assassinato de Toninho, então Prefeito de Campinas pelo PT, em 2001, como mote do texto, o jornalista lança insinuações sobre quem seria o verdadeiro responsável pela morte do saudoso político campineiro. E conclui atirando no seu alvo preferido: “Não sabemos ainda a resposta. Mas sabemos quem matou a honestidade quando chegou no poder em Campinas, em Santo André, no país”.

Parafraseemos o colunista. Qual o futuro de um jornalismo que, desacreditado no seu papel de mediador cultural, vai se reduzindo à condição de pregador moralista? Também não sabemos a resposta. Mas sabemos quem matou a objetividade analítica no jornalismo paulista.

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Uma ideia “brilhante” e uma orientação confusa

Confesso que ainda não reúno condições para avaliar com profundidade as mudanças no trânsito da Av. Londrina, até por que, a prefeitura divulgou muito mal os procedimentos que os motoristas devem adotar para que alterações funcionem, entretanto, dá pra afirmar que resolver fechar a principal avenida da cidade no primeiro sábado do mês, com o comércio aberto durante todo o  dia, é uma ideia “brilhante”. Deverá ser um calvário para quem precisar se deslocar entre os eixos norte x sul ou simplesmente ir pra Maringá utilizando a Avenida Central (BR 376). Não dava pra fazer isso num domingo, por exemplo???

Outro aspecto que chama a atenção é o panfleto divulgado pela prefeitura. Não sei se existe um complementar, mas o que foi publicado no blog do Valdir Costa tem um erro grotesco e não deixa claro como vai funcionar o cruzamento. Primeiro detalhe é que o TRANSEG trocou o nome da rodovia, ao invés de BR 376 colocou BR 369, “que beleza”!!! O segundo é que ele só esclarece como será feito o tráfego de veículos no sentido Sul x Norte (Centro x Jd. Independência), Sul x Leste (Centro x Marialva) e Sul x Oeste (Centro x Maringá), mas não explica como deve ser o procedimento para quem deseja fazer o sentido Norte x Sul (Jd. Independência x Centro) – já que poderá haver carros trafegando no mesmo espaço em mãos diferentes – e dá a entender que quem estiver subindo a avenida não poderá mais virar a direita na BR 376 (ou av. Central, como queiram) e deverá utilizar a av. Ademar Bornia. Para finalizar, em nenhum momento explica como serão os tempos do tão badalado novo semáfaro.

Resta agora torcer que tudo isso dê certo, mesmo sem os devidos cuidados que uma mudança tão importante exige.

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Agora ele aparece

O ex-deputado federal e atual secretário estadual de indústria e comércio Ricardo Barros deu as caras na cidade durante a realização do programa “Paraná em Ação”.

Pena que Barros – e toda sua patota – tenham desaparecido de Sarandi quando a comunidade local discutiu a questão do lixo – especialmente com Maringá – e também durante o desgoverno de seu “afilhado” político, Milton Martini, o qual ajudou eleger em 2008 e simplesmente ignorou durante o processo de cassação.

Aparecer na hora da “fartura” é fácil.

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Tucanos também têm passado sujo

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O endereço

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Flagrante

Usando um celular, morador filma um suposto caso de violência policial.

Cidadania, a gente vê por aqui???

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Memórias.

Obs: Texto e vídeo exibidos originalmenet no Esporte Espetacular da Rede Globo.

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“A vida como ela é” (Vs) “O mundo surreal”

A vida como ela é

Professores da rede pública municipal lutam desesperadamente – numa luta sem fim – por um “minguado” aumento salarial e vê 20% dos seus colegas de profissão buscarem melhores condições (de trabalho e de salário) nas vizinhas Maringá e Marialva.

O mundo surreal

A turma do amém da câmara municipal quer por que quer a todo custo aumentar o número de vereadores para a próxima legislatura, mesmo contra a opinião pública que claramente quer o contrário.

Vale a pena?

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Legislando em causa própria

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Vale a pena?

Nos últimos dias, por vários motivos, observo silenciosamente da “minha janela”, o desenrolar da trama política da cidade rumo a 2012. Ando até com receio de postar alguma coisa, mas quando me deparo com a possibilidade do PM apelidado de Rambo ser candidato a prefeito me ponho a questionar-me; será que ainda compensa falar de política em Sarandi???

A conjuntura me parece tão nivelada por baixo que sinceramente não consigo uma resposta plauzível para esta pergunta…

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Rola na internet

Dentre outras coisas…

Vi Michael Jackson, Amy e Mamonas partirem…

Presenciei a virada do milênio, assisti o 11 de Setembro…

Acompanhei Saddam e Bin Laden serem eliminados.

Vi a seleção perder 4 penaltis em um jogo só!

Enfim, quando acho que já vi de tudo, me lembro de uma coisa:

NUNCA VI O CORINTHIANS SER CAMPEÃO DA LIBERTADORES!

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Passando o bastão

Foto: ASCOM-PMS

O prefeito Carlos de Paula passou o “bastão” para o presidente do legislativo e gozará de férias nos próximos dias. A foto acima, publicada pela assessoria de comunicação da prefeitura, é reveladora. Observe a cara do “homem-melância” durante a cerimônia de transmissão de cargo!!!

De fato, uma imagem diz mais que mil palavras…

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Desejo de morrer

 

Fonte: Gordo Nerd

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Em breve

Nos próximos dias meu sinal de internet será reestabelecido e aí a “jurupoca” volta a piar…

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Sarandi na web (02/06)

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Sarandi na web(31/05)

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“Santista” de olho em 2012

José Valdir de Macedo (na foto, ele é segundo da direita para esquerda, com a camisa do Santos) está de olho numa cadeira do legislativo sarandienese e deve disputar as eleições em 2012. Vice-presidente da associação de moradores do Conjunto Floresta e ligado ao esporte  o “Santista” (como é conhecido no bairro) ainda não tem filiação partidária.

O possível aumento de vereadores para o próximo quadriênio e o apoio dos mais próximos estão animando o lider comunitário.

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